está na hora eu sei que está na hora
E é chiquééérrimo! Usufruir de uma licença Sabática. O termo adequa-se lindamente à minha pessoa. Um sábado a perder de vista… Tempo! O tempo que está para a existência como o sangue ou as seivas para a vida biológica. Vou começar a acender todos os dias uma velinha branca, pela emergência da minha licença Sabática! Dizem que os anos bi-sextos são aqueles que nos trazem os acontecimentos mais insólitos, e eu até sou uma daquelas pessoas que acreditam em milagres, ou melhor, até costumo ser uma daquelas pessoas que vêem o extraordinário onde tantas outras vêem normalidades e banalidades onde tantas outras vêem magnificências. Foi por causa disso que a minha avó Deolinda que os deuses certamente têm, essa com quem convivi durante escassos momentos da minha vida, não mais do que quatro anos, suponho, essa que numa certa tarde de sol num certo Inverno deixou esquecido um ferro a carvão sobre uma camisa do marido para ficar comigo a comer laranjas no quintal, teve o singelo cuidado de avisar toda a família. As suas palavras não foram esquecidas, embora pareçam ambíguas, até ao momento, as ressonâncias que criaram em quem então as escutou e não esqueceu. A verdade é que me tocam recorrentemente, pois assentam que nem luvas em sentimentos e sensações por demais familiares… Foi assim que a minha avó Deolinda que os deuses certamente têm avisou a minha mãe e as minhas tias ao ver-me sentada em cima de uma manta, num dos terraços da sua casa encantada, ao ver como eu permanecia sentada, tranquila como uma esfinge e satisfeita como uma imperatriz rechonchuda, a brincar com uma linha que sobrou de um arranjo de costura: “Esta menina não é daqui, ela não é deste mundo…”
É para pensar nestas coisas e em uma porrada de outras que eu preciso urgentemente de uma Licença Sabática, e de ir ao supermercado comprar velas. Brancas, para acender aos meus arcanjos.

Minha querida extraterrestre faço votos de que seja breve. De que te de(nao tenho acento circunflexo) para aterrares em Londres e de que escrevas um conto por entre linhas e laranjas.
Mas olha que isso de acender umas velas e’ uma coisa muito Paga (nao tenho til) Uma celebraçao wicca a uma certa deusa total
Bjzzzzzzzzzzz
então e não está na hora de revivermos os pequenos rituais que brotam de memórias ocultas mas estranhamente presentes? You tell me…………..
Esta’ !
E o Imbolc esta ‘a porta tambem. 2 de Fevereiro, dia de acender uma vela, vestir de verde e acender uma fogueira.
A Lua seguinte e’ no dia dos namorados e ha que celebrar a festa das unioes perfeitas e cosmicas.
Alem disso…sabatico refere o dia seguinte ‘as seis noites do ritual. Alguma paz com os elementos em campo… e por ai fora
Pronto ja’ told you
que curioso, e eu sinto que estou algures num «depois» qualquer, e também num «antes» qualquer, enfim numa estranha iminência. agora se é cósmica, sei lá!!!
Tenho que oferecer-te o pentagrama wicca para sentires as vibraçoes. Mas so’ devo encontrar nas lojinhas dos Punks Goticos e Satanicos em Camden
No offense. Se for usado com um bico para cima e’ divino…se for com dois e’ satanico. Se nao for usado…melhor ainda : )
e eu alguma vez usaria fosse o que fosse com o bico para baixo???!!! Iso é que era bom! Cá com o je é tudo virado para as estrelas…